quinta-feira, 18 de junho de 2015

Preparamos um guia para manter o cabelo brilhante, sedoso, saudável e hidratado durante todo o ano

Dicas simples e algumas mudanças de hábitos podem mudar a rotina e a saúde do cabelo


Hidratar o cabelo sempre foi um dilema para as mulheres. O primeiro passo é lavar bem os fios e fazer um diagnóstico para detectar de qual tipo de hidratação eles precisam. Observe se estão muito danificados. Se estiverem quebrados, não será apenas a hidratação que vai salvá-los. Cabelos ressecados, tingidos e com aplicações químicas precisam de reconstruções, cauterizações e outros tratamentos mais vigorosos.

Dicas simples e algumas mudanças de hábitos podem mudar a rotina e a saúde do cabelo. Se os fatores naturais, como exposição ao sol, vento e chuva, já deixam os fios mais frágeis, imagine o que procedimentos químicos, como mechas, colorações e alisamentos fazem com eles. A hidratação é fundamental para coibir os efeitos dos processos químicos e naturais.

Faça hidratação pelo menos uma vez por semana. Se o cabelo for saudável ou oleoso, basta a cada 15 dias. Mas, se estiver danificado, é preciso fazer o tratamento até duas vezes por semana. O objetivo da hidratação é levar água para o interior dos fios. Se o seu cabelo está espigado, sem brilho e vida, é porque perdeu água. Hidratações repõem os nutrientes que faltam.

Ao contrário do que muitos pensam, hidratação não torna o cabelo mais liso. Ela apenas recupera os fios e os deixa mais macios e brilhantes. Também não é recomendável misturar dois cremes diferentes. Cada creme tem sua especificidade, e a aplicação de outro deixa mais “pesada” a hidratação. Geralmente, quando as empresas de cosméticos desenvolvem uma linha de produtos, recomenda-se o uso do conjunto: o condicionador completa os efeitos do xampu, finalizando, assim, a hidratação. Produtos especiais para hidratar são do mesmo jeito. Não se deve misturar para não contrastar os efeitos.

A touca térmica também pode ser uma aliada na hidratação. Ela tem o poder de potencializar a absorção dos produtos. Mas tome cuidado com alguns detalhes. Primeiramente, existem vários tipos de toucas, as metalizadas — mantas térmicas ou laminadas que não precisam de energia — são as melhores. Porém, como é uma fonte de calor intensa, não se deve abusar do uso.

Se você não tem touca térmica em casa, ou prefere não usá-la, hoje em dia existem alguns produtos que dispensam a sua aplicação. Eles são compostos por vitaminas, que promovem a elasticidade dos fios com glicerina, silicone e ácidos graxos. Esses elementos dão maciez e brilho para as madeixas.

Os fios lisos e os enrolados também têm suas distinções na hora da hidratação. Quanto mais cacheados, mais finos e secos eles costumam ser. Para esse tipo de cabelo, é recomendável máscaras hidratantes em todas as lavagens. Durante o dia, passe cremes umectantes para manter os cachos no lugar. Já os fios lisos tendem a ser mais oleosos. Na hora da aplicação, o creme deve ser usado no comprimento das pontas. Passe mecha por mecha, massageando o cabelo. E, no fim, não se esqueça de retirar completamente o produto.

Em casa ou no salão?

Todo mundo já teve curiosidade de saber se existe ou não alguma receita caseira para hidratação. Frutas, azeite, mel e até leite são supostos ingredientes para hidratar em casa. De fato, frutas têm vitaminas específicas que podem fazer muito bem ao corpo e, consequentemente, aos cabelos. Nesse caso, é melhor ingerir esses alimentos, no lugar de criar “receitinhas”.
A hidratação em casa com produtos cosméticos, porém, é indicada. “Fazer manutenção da hidratação em casa com produtos específicos é muito eficaz, mas receitas caseiras eu não recomendo”, aconselha o hairstylist Luiz Cintra.

Os tratamentos em salão parecem mais eficientes, por conta da qualidade dos produtos e da supervisão do profissional. O cabeleireiro conhece técnicas e, naturalmente, fará um diagnóstico do cabelo. Apesar disso, a manutenção em casa é fundamental para a evolução saudável das madeixas.

Os sete pecados

» Deixar resíduos do produto (o cabelo fica com aspecto sujo e sem brilho)
» Hidratar o cabelo sujo
» Misturar produtos que não fazem parte da mesma linha
» Não enxaguar bem
» Usar o creme hidratante como condicionador
» Não ter paciência para desembaraçar
» Aplicar demais o produto. Quantidade não significa qualidade

Faça a coisa certa
“Lave o cabelo com xampu e, em seguida, retire a umidade com uma toalha (sem apertar ou esfregar os fios). Separe o cabelo em quatro partes e coloque uma pequena quantidade de máscara hidratante na palma da mão. Se você tem o cabelo curto, use uma quantidade correspondente a uma moeda de R$ 1. Se tem comprimento médio, dobre a quantidade, e se for longo, triplique. Massagei mecha por mecha. Aplique de cima para baixo, respeitando a raiz do cabelo”. - Dica do hairstylist e visagista Pablo Sebastian.

Fonte:Saúde Plena

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Andar de bicicleta alivia o estresse e fortalece músculos e articulações


Além de ser vantajosa para o meio ambiente, prática faz bem para a saúde.
Especialistas dão dicas para pedalar de maneira segura e saudável.

Tirar a bicicleta do fundo da garagem pode ser uma boa ideia para a saúde. Além de ser uma prática vantajosa para o meio ambiente, pedalar melhora o sistema cardiorrespiratório, alivia o estresse mental, queima calorias e fortalece os músculos e as articulações.

O ciclista consegue trabalhar no mesmo exercício musculaturas diferentes: quadríceps, musculatura posterior da coxa, panturrilha, glúteos, musculatura abdominal e extensores da coluna. Até os músculos do ombro, braço e antebraço são desenvolvidos no ciclismo.
Mas pedalar requer atenção e cuidados. Uma bicicleta mal ajustada ou um erro de postura pode causar sobrecarga mecânica e conseqüentemente provocar dores na coluna lombar, cervical, joelhos, tornozelos e pés, além de formigamento nas mãos.
O preparador físico José Rubens D’Elia sugere que o ciclista se sinta confortável e não precise forçar a coluna durante a pedalada. Para melhorar o desempenho e evitar cãibras, é importante também fazer alongamento antes de pedalar como mostraram os especialistas no programa.
Ciclistas durante café da manhã coletivo na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista com a Rua da Consolação, na capital paulista (Foto: Alessandro Valle/ABCDigipress/Folhapress)No dia 22 de setembro deste ano, Dia Mundial sem Carro, ciclistas se reuniram em um café da manhã coletivo na cidade de São Paulo (Foto: Alessandro Valle/ABCDigipress/Folhapress)
Segundo o ortopedista Ivan Rocha, para saber se o selim está ajustado corretamente, o cano da bicicleta deve estar de 10 a 13 centímetros à mostra. O ideal é que o selim esteja na horizontal, apesar de alguns ciclistas preferirem inclinar levemente a parte de trás para evitar dormência na virilha. O importante é que o quadril não oscile durante a pedalada.
É importante lembrar que o guidão em “U” só é indicado para profissionais em corridas especiais e não deve ser usado no dia-a-dia porque pode prejudicar a dirigibilidade e a postura. De acordo com D'Elia, não é recomendado apertar o guidão com força, mas sim segurá-lo de maneira suave.
A postura, aliás, é um fator que merece atenção na hora de pedalar. De maneira geral, a coluna lombar deve ficar em um ângulo de 30 a 40 graus com um bom apoio das mãos. Se tiver encurvada demais, pode gerar dor nos ombros.
 
KIT BÁSICO DO CICLISTA
Garrafa de água: garante a hidratação durante a atividade, repondo o líquido perdido pelo suor
Capacete: cores claras são mais indicadas e devem se ajustar bem à cabeça
Protetor solar: use o produto no rosto e nas demais partes do corpo expostas ao sol
Silicone protetor: proteja a região perineal de traumas repetitivos
Luvas: protegem as mãos em casos de queda e devem ter acolchoamento no centro da mão
Óculos: protege a visão e evita a cegueira instantânea no caso de olhar para o sol
No caso de pedalar à noite, o ciclista deve usar roupas claras e reluzentes, além de ter uma luz traseira conectada à bicicleta ou cinto, para que seja visto à distância.
Os obstáculos nas ruas também são perigosos, então é preciso ficar atento a tampas de bueiros, óleo, areia e pedras na pista, além de outros ciclistas que possam aparecer.
Para não desviar a atenção, o ideal é não utilizar fones de ouvido que podem bloquear sons que precisam ser ouvidos para dirigir defensivamente.
Se a intenção da prática é queimar mais calorias, o ciclista deve optar pela marcha lenta e pedaladas mais rápidas para não sobrecarregar os joelhos. Para exercitar os músculos, as mãos e o corpo devem ser deslocados com frequência para modificar a angulação das costas, pescoço e braços.
Vale lembrar que a bicicleta é um veículo, portanto, é essencial conhecer todos os sinais de trânsito. O uso da ciclovia ou ciclofaixa é obrigatório: quando elas não existirem, pode-se usar o acostamento ou a faixa de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via.
Para um bom relacionamento com os motoristas, o ciclista pode utilizar sinais de mão para alertar sobre mudanças de direção que pretende fazer.
Caso a pedalada na rua não seja possível,  transformar a bicicleta em uma bicicleta ergométrica é uma opção. Um aparelho conhecido como "rolo de treino" ou "rolo de apoio", colocado na roda traseira, pode ajudar o ciclista a subir na bicicleta e pedalar sem sair do lugar. A vantagem é que essa ferramenta custa de R$ 400 a R$ 800, enquanto uma bicicleta ergométrica custa em média R$ 1.500 - praticamente três vezes mais cara. Ou seja, por um terço do preço, é possível fazer uma adaptação que permite pedalar em dias de chuva, sem pegar trânsito e longe da poluição.
É fundamental que o ciclista faça uma revisão periódica na bicicleta: verifique os freios e a calibragem dos pneus; observe e corrija, se necessário, folgas das partes móveis como a roda, caixa de direção e pedais.
Fonte:Bem Estar

terça-feira, 16 de junho de 2015

Cloreto de magnésio: cura natural para diversos males

Os desenganados de bico-de-papagaio, nervo ciático, coluna e calcificação têm cura perfeita, indolor, fácil e barata. E ao mesmo tempo cura para todas as doenças causadas pela carência de magnésio no passado, até a artrose.


CURA DO PADRE BENO
Dez anos antes de começar o tratamento com o cloreto de magnésio, padre Beno J. Schorr estava com 61 anos e quase paralítico. O processo começou com pontadas agudas na região lombar, diagnosticadas como um bico de papagaio, incurável segundo o médico. Depois, tinha um peso crescente na barriga da perna direita, que acabou virando uma dor que só aumentava. Já mal se levantava da cama, sentindo um formigar descer pela perna até aos pés, causado pelo bico de papagaio, que apertava o nervo ciático e quando em pé e curvado lhe dava folga.

Fazia praticamente todos os seus trabalhos sentado, menos a missa, até que sua situação piorou e acabou tendo que rezar a missa também sentado.

Consultando novos médicos, soube que tinha um bando de bicos-de-papagaio calcificados, em grau avançado, e que nada era possível fazer. Aplicações de ondas curtas e distensões da coluna não tiravam a dor. Dormia enrolado na cama como um gato, sem poder se endireitar, pois a dor o acordava. 


Foi então que, num encontro dos jesuítas cientistas em Porto Alegre, encontrou padre Suarez, que falou da cura com CLORETO DE MAGNÉSIO, mostrando o livrinho do padre Puig, jesuíta espanhol que a descobriu.

Contou que sua mão estava até dura de tão calcificada, mas com esse sal voltou a se movimentar e que outros parentes seus também já haviam se curado.

Padre Beno começou a tomar o remédio e 20 dias depois acordou estirado na cama, sem dor. Depois de 30 dias nada mais doía. Aos 40 dias, caminhou o dia inteiro, com pequeno peso. Em 3 meses sentia crescer a flexibilidade. Depois de dez meses se dobrava quase como uma cobra.

O magnésio arranca o cálcio dos lugares indevidos e o fixa solidamente nos ossos. Além disso, padre Beno tinha a pulsação seguidamente abaixo de 40 e ela se normalizou. O sistema nervoso ficou notoriamente calmo, ganhou maior lucidez, o sangue ficou descalcificado e fluido. As freqüentes pontadas do fígado sumiram, a próstata, que estava para ser operada, já não incomodava muito. E outros efeitos devolveram ao padre a alegria de viver.

Por isso, ele se viu obrigado a repartir o "jeitinho" que o bom Deus deu a ele, divulgando o remédio.

Centenas se curaram em Santa Catarina, depois de anos de sofrimento de males da coluna, artrose, etc. E mandam também cópias a outros desenganados.


IMPORTÂNCIA DO CLORETO DE MAGNÉSIO
O magnésio produz o equilíbrio mineral, anima os órgãos e suas funções (catalisadoras), como os rins para eliminar o ácido úrico nas artroses. Descalcifica até as finas membranas nas articulações e as escleroses calcificadas, para evitar enfartes, purificando o sangue. Vitaliza o cérebro, desenvolve ou conserva a juventude até alta idade.

Depois dos 40 anos, o organismo absorve sempre menos magnésio, produzindo velhice e doenças. Por isso ele deve ser tomado como preventivo conforme a idade: 


a) de 40 aos 55 anos – ½ dose diária.

b) de 55 aos 70 anos – 1 dose pela manhã.

c) de 70 aos 100 anos – 1 dose pela manhã e 1 dose à noite.
Atenção: para as pessoas da cidade com alimentos de baixa qualidade (refinados e enlatados), um pouco mais; e para as pessoas do campo, um pouco menos.
Não cria hábito, mas deixando de tomá-lo perde-se a proteção. As doenças, dores e o desgaste natural serão bem atenuados ou até eliminados.

O magnésio não é remédio, mas alimento sem contra-indicação, por isso é compatível com qualquer medicamento simultâneo. O adulto precisaria obter dos alimentos o equivalente a 3 doses e, não o conseguindo, deveria complementá-los, à parte, para não adoecer. Dificilmente passará do limite, por isso as doses indicadas para os de 40 a 100 anos são as mínimas.

Tomando as doses para uma doença só, as demais serão curadas ao mesmo tempo, porque o sal põe em ordem todo o corpo.


FORMAÇÕES ORGÂNICAS


a) Bico de papagaio, nervo ciático, coluna, calcificação, surdez por calcificação: Tomar 1 dose pela manhã, 1 dose à tarde e 1 dose à noite. Quando curado, deve-se tomar o cloreto de magnésio como preventivo, isto é, conforme a idade.

b) Artrose (o ácido úrico se deposita nas articulações do corpo, visivelmente nos dedos, até que incham, porque os rins estão falhando por falta de magnésio): Tomar uma dose de manhã. Se em 20 dias não sentir melhoras e não reparar em anormalidades, tomar uma dose pela manhã e 1 dose à noite. Depois de curado, continuar com as doses como preventivo.

c) Próstata: Tomar 2 doses de manhã, 2 doses à tarde e 2 doses à noite. Ao melhorar tomar como preventivo.

d) Problemas da velhice – rigidez muscular, câimbras, tremor, artérias duras, falta de atividade cerebral: 1 dose de manhã, 1 dose à tarde e 1 dose à noite.

e) Câncer: Consiste em células mal formadas por falta de alguma substância (refinados) ou presença de partículas tóxicas. Essas células anárquicas não se harmonizam com as sadias, mas são inofensivas até certa quantidade. E o magnésio consegue combatê-las facilmente, vitalizando as sadias. Infelizmente todo processo canceroso não causa nenhuma dor de alerta, até aparecer o tumor, que segrega tóxicos (vírus muito variados), que invadem as células sadias em ramificações. Aí o magnésio só pode frear um pouco, curar não.

Se no parentesco já houve câncer, nódulos debaixo da pele do seio, o magnésio é o melhor preventivo. Além dos alimentos cancerígenos que devemos evitar, o mais importante é guardar o equilíbrio mineral, tomando cloreto de magnésio em doses de prevenção.

Basta o corpo estar devidamente mineralizado para se ver livre de quase todas as doenças.


ATENÇÃO!
O cloreto de magnésio para uso humano tem que ser do tipo PA (puro para análise) e sua cor é bem branca. É normal empedrar, mas isso não altera seu teor de qualidade.

COMO PREPARAR
Dissolver numa jarra 100 gramas de cloreto de magnésio em 3 litros de água filtrada (33 gramas por litro). Depois de bem misturado, colocar em vidros (não usar recipientes de plástico). A dose é de um copinho de café, conforme a idade e a necessidade.

Texto adaptado do site
http://www.tssal.com.br/tssal_saude_br_mgcl.html
- See more at: http://www.curapelanatureza.com.br/2008/03/cloreto-de-magnsio-cura-natural-para.html#sthash.Muu8Crk0.dpuf

Alimentos ricos em vitamina E

Os alimentos ricos em vitamina E são, na sua maioria, alimentos de origem vegetal, como cereais integrais, óleos vegetais e sementes. Porém, a gema do ovo, o fígado e a gordura que envolve a carne também são ricos nesta vitamina, que é antioxidante, ou seja, que serve para proteger as células do organismo.
Um adulto saudável deve ingerir, diariamente, cerca de 15 mg desta vitamina, através do consumo destes alimentos ricos em vitamina E.

Tabela de alimentos ricos em vitamina E

AlimentosPesoVitamina E
Óleo de gérmen de trigo13,6 g26 mg
Semente de girassol33 g17 mg
Avelã68 g16 mg
Óleo de girassol13,6 g7 mg
Amendoim72 g5 mg
Óleo de amêndoa13,6 g5 mg
Castanha-do-pará70 g5 mg
Amêndoa78 g4,3 mg
Pistache64 g3,3 mg
A vitamina E não engorda, pois não está envolvida no metabolismo energético. Mas, é encontrada nos alimentos mais gordurosos, como óleos vegetais, nozes e castanha do Pará, que são alimentos muito calóricos e, quando consumidos em excesso, podem favorecer o ganho de peso.

Para que serve a vitamina E

A vitamina E serve principalmente para proteger as células do organismo porque é uma vitamina antioxidante e por isso é utilizada em terapias anti-envelhecimento.
Além disso a vitamina E é conhecida também como a vitamina da fertilidade ou antiestéril estando indicada para mulheres em tratamento para engravidar, no sentido de evitar abortos.
A vitamina E, de nome científico tocoferol, também serve para melhorar a absorção da vitamina A.

A falta de vitamina E no organismo está relacionada principalmente com problemas neurológicos como perda de reflexos, problemas de equilíbrio, falta de coordenação e dificuldades em andar. Porém a falta de vitamina E é rara e quando acontece está geralmente associada à problemas de malabsorção intestinal.
A vitamina E também tem um papel importante na formação de hormônios e por isso é importante na fertilidade assim a falta de vitamina E pode estar relacionada com a infertilidade, dificuldade de engravidar ou até com casos de aborto.
A falta de vitamina E pode ser tratada com o consumo de alimentos ricos em vitamina E como óleo de girassol, amêndoas, avelãs ou castanha-do-pará mas também se pode usar suplementos alimentares à base de vitamina E, que devem ser aconselhados pelo médico ou nutricionista.
Os bebês recém-nascidos têm baixas concentrações de vitamina E porque há pouca passagem através da placenta mas o leite materno é suficiente para suprir essas necessidades.
Os alimentos fonte de Vitamina E são frutas secas, óleos vegetais, cereais integrais e sementes que são, principalmente, alimentos de origem vegetal.
Segue uma lista de alimentos fonte de Vitamina E:
  • Óleo de soja, palma, amendoim, milho, cártamo ou girassol;
  • Azeite;
  • Nozes, amêndoas, castanha-do-pará;
  • Sementes de girassol
  • Gérmen de trigo, grãos integrais
Encontra-se a vitamina E nos alimentos, mas também pode-se encontrar como suplemento alimentar em farmácias e lojas de produtos naturais. O preço da vitamina Eem cápsulas com uma quantidade de vitamina E de 400 mg é de, aproximadamente, 30 reais.
A Vitamina E é um excelente antioxidante que protege as células sendo, por isso, importante para ajudar a prevenir doenças, como o câncer, e é especialmente utilizada em tratamentos para a pele porque ajuda a combater o envelhecimento da pele. Além disso, essa vitamina também tem um importante papel na prevenção de doenças cardiovasculares.
Fonte:Tua Saúde