quarta-feira, 27 de abril de 2011

ABC da Alimentação Saudável

ABC da Alimentação Saudável
Uma alimentação, quando adequada e variada, previne deficiências nutricionais, e protege contra doenças infecciosas, porque é rica em nutrientes que podem melhorar as defesas do organismo.Nutrientes são compostos químicos encontrados nos alimentos que têm funções específicas, funcionam associadamente, e se dividem em:

 
  Macronutrientes:  carboidratos, proteínas e lipídeos;
   Micronutrientes:  vitaminas e sais minerais.
Carboidratos
De uma forma geral, todos os grupos de alimentos exceto as carnes, os óleos, as gorduras e o sal, possuem carboidratos. Estes podem ser:
Simples: como os açúcares e o mel: Os açúcares simples não são necessários ao organismo humano, pois apesar de ser fonte de energia, esta pode ser adquirida por meio dos carboidratos complexos. Sendo assim, é importante diminuir as quantidades de açúcares simples adicionados aos alimentos.
Complexos: presentes principalmente nos cereais (arroz, pão, milho), tubérculos (batata, beterraba) e raízes (mandioca, inhame), os quais representam a mais importante fonte de energia e, por esta razão, recomenda-se o consumo de seis porções diárias desse tipo de alimento, o que representa em torno de 60% do total de calorias ingeridas.
Fibras
Uma alimentação saudável deve incluir os carboidratos complexos e fibras alimentares em maior quantidade do que os carboidratos simples. Na sua forma integral, a maioria dos alimentos vegetais como grãos, tubérculos e raízes, as frutas, verduras e legumes contêm fibras, as quais são benéficas para a função intestinal, reduzem o risco de doenças cardíacas, entre outros diversos benefícios.

A quantidade de fibras na alimentação é uma medida de uma alimentação saudável.As frutas, legumes e vegetais são ricos em vitaminas, minerais e fibras, necessitando-se consumir, diariamente, três porções de frutas e três porções de legumes e verduras. É importante variar o consumo desse tipo de alimento, tendo em vista que o consumo regular e variado, juntamente com alimentos ricos em carboidratos menos refinados (pães e arroz integrais), oferecem quantidade significante de vitaminas e minerais, aumentando a resistência a infecções. Além das vitaminas e minerais, as verduras e os legumes também contêm componentes bioativos, alguns dos quais especialmente importantes para a saúde humana, podendo reduzir o risco de doenças, inclusive as doenças cardíacas e o câncer.
Proteínas
Origem vegetal: leguminosas como feijão, soja, grão-de-bico, lentilha, são alimentos fundamentais para saúde, por serem um dos alimentos vegetais mais ricos em proteínas. Entretanto, estas proteínas são consideradas incompletas, ao contrário das proteínas de origem animal,  necessitando então, de combinações de alimentos que completem entre si os aminoácidos, tornando-se combinações de alto valor protéico como, por exemplo, a combinação de duas partes de arroz para uma parte de feijão.

Origem animal: carnes, leite e derivados, aves, peixes e ovos são proteínas completas, ou seja, contêm todos os aminoácidos de que os seres humanos necessitam para o crescimento e manutenção do corpo. São também, entre outros nutrientes, importantes fontes de proteína de alto valor biológico sendo, assim, necessário o consumo diário de três porções de leites e derivados e de uma porção de carnes, peixes ou ovos.As carnes selecionadas para o consumo devem ser aquelas com menor quantidade de gordura (magras, sempre retirando as peles e gorduras visíveis), sendo consumidas moderadamente, devido ao alto teor de gorduras saturadas e colesterol.
Ferro e Cálcio
As carnes em geral, principalmente os miúdos e vísceras, possuem alta biodisponibilidade de ferro, ou seja, a quantidade de ferro ingerida que será efetivamente utilizada pelo organismo é significativamente grande.O leite e seus derivados, além de fonte de proteínas e vitaminas, são as principais fontes de cálcio da alimentação. Este nutriente é fundamental para a formação e manutenção óssea ao longo da vida, prevenindo futuras complicações como a osteoporose.
Gorduras
Lipídeos: As gorduras são de diferentes tipos, e podem ou não ser prejudiciais à saúde, dependendo do tipo de alimento. A gordura saturada está presente em alimentos de origem animal, e seu consumo deve ser moderado. As gorduras trans que são obtidas pelo processo de industrialização dos alimentos, a partir da hidrogenação de óleos vegetais, são prejudiciais à saúde. O consumo excessivo deste tipo de alimento pode acarretar doenças cardiovasculares, excesso de peso, obesidade, entre outras. As gorduras insaturadas, presentes nos óleos vegetais, não causam problemas de saúde, exceto se forem consumidas exageradamente. São fontes de ácidos graxos essenciais, ou seja, podem ser produzidos pelo organismo, sendo assim necessárias para a manutenção da saúde.

Colesterol: O colesterol é uma gordura que está presente apenas em alimentos de origem animal, e é componente estrutural de algumas partes do organismo humano, sendo ele capaz de sintetizar o suficiente para cobrir as necessidades metabólicas, não sendo indicado o consumo desse composto. O alto consumo deste pode acarretar doenças cardiovasculares.
Sal
O sal de cozinha - cloreto de sódio - utilizado como tempero e conservação de alimentos, contém sódio em sua composição,  bem como outro tempero atualmente muito utilizado, o glutamato de sódio - este mineral quando consumido em excesso é prejudicial à saúde. Sendo assim, recomenda-se a redução no consumo de alimentos com alta concentração de sal, como temperos prontos, caldos concentrados, molhos prontos, salgadinhos, entre outros.
Água
A água é um nutriente indispensável ao funcionamento do organismo; a ingestão de, no mínimo, dois litros diariamente é altamente recomendada. Ela desempenha papel fundamental na regulação de muitas funções vitais do organismo, incluindo regulação da temperatura, transporte de nutrientes e eliminação de substâncias tóxicas.  Recomenda-se a ingestão de 6 a 8 copos de água por dia.
Atividade Física
É muito importante a prática de exercícios físicos regularmente, aliada a uma alimentação saudável, o que previne o sobrepeso e a obesidade, além de trazer benefícios para saúde mental e emocional. As pessoas fisicamente ativas são profissionalmente mais produtivas, e desenvolvem maior resistência a doenças.
Para ter uma vida saudável, associe sempre uma alimentação equilibrada, com o consumo de água e a prática de atividades físicas regularmente. Assegurando, assim, o aumento da imunidade, o peso ideal e a prevenção de doenças.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Queda De Cabelo


A queda de cabelo é uma condição que afeta tanto o sexo masculino como feminino. Existem no entanto, soluções naturais para minimizar e mesmo tratar os efeitos da queda de cabelo.
As causas de perda de cabelo mais comuns são uma nutrição inadequada, deficiências de ácido fólico, idade, stress, alterações hormonais, má circulação sanguinea no couro cabeludo, escesso de caspa e cabelo pouco forte.
De um modo geral a solução passa por uma adequação nutricional, de estilo de vida, e alguns métodos naturais que podem ser facilmente adoptados para diminuir os sintomas da perca de cabelo.
Queda de cabelo
Queda de cabelo

Tratamento Natural Queda de Cabelo

  • Segundo o dermatologista Michael Reed, um especialista da Universidade de Nova York, nutrir o cabelo inclui uma dieta rica em “alimentos que são ricos em proteínas, pobres em carboidratos, e com um teor reduzido de gordura
  • Samantha Heller, uma nutricionista do Centro Médico da Universidade de Nova York, sublinha a importancia de uma dieta rica em ácidos gordos essenciais como salmão e peixes em geral, nozes, soja e oleo de canola. Samantha Heller referiu ainda “acredito que há muitas pessoas que podem ter alguma deficiência de ácidos gordos ômega 3, mas estas são” boas gorduras com propriedades anti-inflamatórias e podem realmente desempenhar um papel na saúde cabelo”
  • Intensificar a dieta com mais alimentos ricos em ferro como “brócolis ou levedura de cerveja que podem realmente ajudar a reverter algumas formas de perda de cabelo” sublinha a nutricionista Samantha Heller.
  • Aumentar a quantidade de vitamina B12 na sua dieta. O que inclui ovos, carnes e aves, sublinhou a dermatologista e especialista em perda de cabelo, Ted Daly, da clínica do centro médico da Universidade de Nassau. “A deficiência de vitamina B12 em mulheres que vêm em busca de tratamento para queda de cabelo costuma ser comum” acrescentou Ted Daly. Uma boa opção é também o uso de suplementos vitaminicos para restaurar os níveis vitaminicos e melhorar os sintomas de perda de cabelo.
  • Biotina. “A biotina é um componente importante no processo de fabricação de cabelo, assim como pele e unhas”, disse Andrew Lessman, cientista clínico do Nevada. A biotina está disponivel em alimentos como o fígado e gema de ovo.
  • Chá verde. O chá verde, segundo alguns estudos, influenciam as concentrações sanguíneas de hormônios ligados geneticamente à perda de cabelo (conhecido como alopecia androgenética). Um estudo publicado na revista Nutrition and Cancer, em 1998, pesquisadores japoneses descobriram que beber chá verde pode aumentar os níveis da globulina hormônio sexual (SHBG) em mulheres, o que pode originar menos testosterona na corrente sanguínea, favorecendo o bloqueio da atividade hormonal responsavel pelo inicio de algumas formas de queda de cabelo.
  • Evitar usar tintas para cabelo, tinturas, secadores de cabelo, permanentes, etc… pois favorecem o enfraquecimento e a quebra de cabelo.
  • Cortar o cabelo mais vezes e mais curto, especialmente se for homem. Cortar o cabelo frequentemente tornar o cabelo mais forte e promove o aumento da circulação sanguinea no couro cabeludo.
  • Enxaguar sempre muito bem o cabelo para retirar todas os residuos quimícos presentes nos champoos. Evite usar champoos demasiado activos, como o uso recorrente a champoos anti-caspa por exemplo.
  • Se tem o cabelo curto, experimente lavar o cabelo com sabão azul. A composição deste sabão tem muito menos residuos quimicos que os champoos tradicionais. Se tiver cabelo curto considere abadonar, ou pelo menos restringir o uso excessivo de champoos mais activos, como é o caso dos champoos anti-caspa para potenciar um cabelo e couro cabeludo mais saudavel.
  • Massajar o couro cabeludo com leite de coco, ou gel de Aloe Vera durante pelo menos 15m ajuda a circulação sanguinea no couro cabeludo e previne a queda de cabelo.
  • Tomar um copo de suco de alface e espinafre diariamente. Este complemento fortemente vitaminico promove a prevenção da perda de cabelo.
  • O uso regular de óleo de mamona como óleo de cabelo impede a perda de cabelo.
  • Aplique um fio de azeite morno, mel e uma colher de chá de pó de canela no couro cabeludo antes do banho por 15 minutos para que possa actuar. O azeite hidrata e nutre a pele, o mel actua na limpeza dos poros para melhor respiraçção do couro cabeludo, e a canela nutre e potencializa o crescimento do cabelo.
  • Em homens, alguns estudos apontam para uma ligação entre cancer da prostata e queda de cabelo. 

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O IMPACTO DA MEDITAÇÃO NO TRATAMENTO DO CÂNCER



Eduardo Tosta e Juarez Castellar
A meditação tem origem obscura. Entretanto, os mais antigos textos médicos conhecidos, escritos há cerca de 1000 anos antes de Cristo, referentes à medicina ayurvédica indiana, já incluíam a prática de meditação como um procedimento valioso para a manutenção e a recuperação da saúde. Nos últimos 35 anos, a meditação passou a ser crescentemente adotada no ocidente como método terapêutico complementar, o que despertou o interesse da comunidade científica, que já divulgou os resultados de suas pesquisas em mais de 1600 publicações. Atualmente, a prática de meditação é utilizada rotineiramente como terapia complementar em centenas de centros médicos, inclusive naqueles associados às mais prestigiosas universidades do mundo como Harvard e Oxford. 
Mas o que é meditação? O fluxo constante e caótico de pensamentos em nossa mente impede que nos concentremos naqueles que são mais importantes, ou seja, compromete nossa atenção e concentração, além de causar intenso cansaço mental e gerar ansiedade e frustração, porque não conseguimos achar as soluções necessárias, já que novos pensamentos surgem continuadamente atropelando os anteriores. A consequente exaustão mental, que evolui para a exaustão física, associadas à ansiedade e ao sentimento de frustração, acabam por comprometer os sistemas de defesa do organismo e tornar o indivíduo suscetível a uma grande variedade de doenças. Esta sequência de eventos danosos à saúde pode ser revertida pela meditação. Meditar consiste em focalizar a mente, o que leva a um estado de relaxamento mental e físico que, por sua vez, facilita alcançar um estado de grande serenidade, que induz ao estado meditativo. Neste, perde-se a noção de tempo, espaço e corporeidade, a consciência se expande e advém um estado de profunda paz. Essas sensações de serenidade e paz, entre outras emoções positivas induzidas pela meditação, exercem impacto altamente benéfico sobre o sistema imunoneuroendócrino, capaz de concorrer, de maneira decisiva, para a manutenção e recuperação da saúde.
São várias as doenças em que a meditação exerce um efeito positivo nas pessoas, entre elas o câncer. Células mutantes, com potencialidade para se transformar em células cancerígenas, surgem diariamente em nosso organismo, mas são eliminadas por nossos mecanismos de defesa, principalmente aqueles associados ao sistema imunitário. As células imunitárias têm capacidade de detectar e destruir as células mutantes e, desta maneira, impedem o aparecimento do câncer. Além disso, mesmo após o estabelecimento do câncer e, eventualmente de metástases, as células tumorais continuam sendo monitoradas e podem ser eliminadas pelo sistema imunitário. Acontece que as emoções negativas, como ansiedade, tristeza, mágoa, ressentimento, culpa e medo, bloqueiam o sistema imunitário, tornando-nos suscetíveis a doenças, inclusive o câncer. A meditação tem a capacidade de transformar as emoções negativas em positivas, tornando as pessoas mais serenas, intuitivas, sensíveis, amorosas e felizes. Tais emoções positivas alimentam o sistema imunitário, que passa a exercer sua função protetora de maneira eficiente, evitando o adoecimento e mesmo fazendo reverter doenças já estabelecidas. Este efeito, aparentemente milagroso, tem recebido o embasamento teórico e experimental da nova ciência da psiconeuroendocrinoimunologia, que estuda os efeitos das emoções sobre os sistemas de defesa do organismo. Parte da atividade benéfica da meditação em pessoas com câncer deve-se à redução do tônus simpático, associado à ansiedade, e aumento da atividade parassimpática, associada à tranqüilidade, além de aumento do hormônio melatonina, que apresenta atividades estimuladora do sistema imunitário, antitumoral e bloqueadora do efeito imunodepressor da ansiedade.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Atividade física

Atividade física
nunca é tarde para
começar

A atividade física é um ponto
importante na qualidade de vida do idoso. No entanto, o tipo de exercício a ser
realizado depende do organismo e da vontade de cada um. Segundo Silene Sumire
Okuma, coordenadora do grupo de pesquisa em educação física para idosos da
Faculdade de Educação Física da Universidade de São Paulo, não há nenhuma
fórmula predeterminada do que deve ser feito na terceira idade. Por essa razão,
dois fatores são preponderantes na escolha da atividade física. Primeiramente, o
idoso precisa olhar para si e ver qual a sua capacidade funcional nas atividades
do dia-a-dia, como subir as escadas de um ônibus, carregar panelas de pressão,
arrumar camas, abaixar-se para ver o forno, por exemplo. A atividade física irá
melhorar sua capacidade de desempenhar essas e outras tarefas
cotidianas.


Avaliação de saúde

O outro fator
fundamental é a avaliação da saúde do idoso. Estudos mostram que pelo menos 70%
dos idosos têm um problema de saúde e a atividade física pode ser uma grande
aliada do tratamento. A prática da atividade física pode controlar a
manifestação e os sintomas de várias doenças, como a hipertensão, por exemplo, e
reduzir o consumo de remédios. Para isso, é preciso trabalhar com três sistemas
do corpo humano: o cardiovascular, o nervoso e o músculo-esquelético.


O que
fazer


Após a realização
desse dois passos iniciais, a avaliação de sua capacidade funcional e de sua
saúde, o idoso deve escolher a atividade de que mais gosta. É importantíssimo
que ele tenha prazer. Ao fazer algo que não gosta, o idoso pára após dois meses
do início dos exercícios, por isso vale experimentar várias atividades físicas
até encontrar a que melhor se adapta ao seu perfil. Entre as atividades que
trabalham o sistema cardiovascular estão andar de bicicleta, caminhar e fazer
natação. Privilegiam o sistema músculo-esquelético a musculação e a ginástica,
por exemplo, e atividades como yoga e tai chi chuan, com seus movimentos mais
suaves, dão mais atenção ao sistema nervoso.


Quem
já fazia


De acordo com
Sumire Okuma, quem sempre fez atividades físicas pode mantê-las, quando chegar à
terceira idade. Além disso, o idoso jovem (60-65 anos) não tem restrições a
exercícios. Contudo, é importante frisar que quem nunca praticou exercícios pode
começar com qualquer idade, desde que observados os fatores de saúde e a
capacidade funcional do corpo.


Após tomar a
decisão, o idoso deve fazer uma avaliação clínica para saber qual a atividade
ideal a ser adotada. Os que não gostam de ficar sozinhos podem formar grupos de
amigos ou procurar instituições que tenham cursos voltados para a terceira
idade.


Caminhadas

A maioria dos
idosos, hoje, prefere fazer caminhadas por dois motivos: não é preciso ter
habilidades específicas e é uma atividade que não tem custo. É bom lembrar,
alerta Sumire Okuma, que a caminhada não supre todas as necessidades do corpo,
pois trabalha apenas o sistema cardiovascular e o músculo-esquelético. Esse
último fica restrito aos pés e às pernas. Já a hidroginástica pode ser adotada
pelos que gostam de água, independentemente de saberem nadar, pois este
conhecimento não é pré-requisito.


Freqüência

O ideal é fazer
atividades físicas duas vezes por semana, pelo menos, por uma hora, mas não
existe receita. O idoso pode dedicar-se apenas uma vez por semana e isso será
melhor do que levar uma vida sedentária. Além disso, as limitações devem ser
apenas físicas. Se, por exemplo, a pessoa tiver 92 anos e quiser fazer dança do
ventre, não haverá problema. O idoso deve saber diferenciar o que é limitação
física das sociais, adverte Sumire Okuma.


Benefícios da atividade
física


Melhora da
velocidade ao andar e do equilíbrio;
Melhora da
auto-eficácia;
Contribuição para a manutenção e/ou o aumento
da densidade óssea;
Auxílio no controle do diabetes, da
artrite, das doenças cardíacas e dos problemas com colesterol alto e
hipertensão;
Melhora da ingestão
alimentar;
Diminuição da
depressão;
Redução da ocorrência de acidentes, pois os
reflexos e a velocidade ao andar ficam melhores;
Manutenção
do peso corporal e melhora da mobilidade do idoso.


Prepare-se para a atividade

Evite fazer
exercícios físicos sob o sol forte;
Tome água moderadamente
antes, durante e depois da atividade física;
Use roupas
leves, claras e ventiladas;
Não faça exercícios em jejum,
mas evite comer demais antes da atividade física;
Use
sapatos confortáveis e macios.